Ramal de Reguengos

Inicialmente designada como Linha do Guadiana, foi pensada para fazer ligação Lisboa a Sevilha, viu em finais dos anos 50 a sua desclassificação para Ramal de Reguengos.
Com 40,7Km de extensão, caracterizada por grandes rectas com balastro na sua quase totalidade, conta no seu percurso com quatro estações e cinco apeadeiros, três pontes metálicas, e equipamentos ligados ao armazenamento de cereiais. Nos tempos do Vapor, na estação de Reguengos, existia uma ponte de inversão para Locomotivas.
Évora(K 116,6), Paço Saraiva (ap.), Machede, Stª Susana (ap.), Balancho (ap.), Montoito, Falcoeiras (ap.), Caridade (ap.), e Reguengos. A distância média entre estações é de 12,6Km.

Em 1983 é introduzido o regime de exploração simplificado; aquando do seu encerramento (01-01-1990) o serviço era efectuado por automotoras Nohab de segunda geração em seis serviços diários, três em cada sentido; não existindo horário oficial.

O material circulante mais usado no ramal era composto, nos tempos do Vapor por Locomotivas da séries 200 e 700 rebocando carruagens metalizadas, muitas das vezes em comboios mistos, estas desapareceriam em 1968. Seguiram-se as automotoras de dois eixos com motor a gasolina de marca Nohab. Mais tarde viriam a sofrer alterações, sendo dotadas de Bogies e um motor potente a diesel. Apareceriam também automotoras maiores com reboque de marca Nohab e Locomotivas Diesel-eléctricas, 1300, 1500. Sendo as mais vulgares as da série 1200, rebocando mistos compostos por carruagens metalizadas, vagões J, e tremonhas para o transporte de cereais.

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